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Pesquisas eleitorais: Especulação e marketing a serviço dos oportunistas | 05Jul2010 10:10:10

Publicado por: JudsOnline

Política - Dois anos antes das eleições, elas começam e viram manchete nos jornais até o dia final das eleições. As pesquisas eleitorais no Brasil tornaram-se duvidosas, por causa de sua parcialidade. Quando não estão a favor da oposição, estão a favor da situação. E o pior, colabora para a polarização das eleições entre situação e oposição, boicotando os demais candidatos de partidos minoritários. Atualmente no Brasil, os institutos de pesquisa têm servido ao seu senhorio. E a mídia, também polarizada, aproveita para acirrar a disputa num ciclo da onde participam apenas os seus dois escolhidos. Querem e estão conseguindo fazer com que as eleições do Brasil sigam o estereótipo americano, aquela coisa esdrúxula e nada democrática entre republicanos e democratas. Aqui no Brasil, está quase assim, com a exceção de que além do vermelho e azul, ainda temos a candidata do verde. Quando temos uma mídia monopolizadora de informação, sem credibilidade, e pior ainda, institutos de pesquisa comprometidos com partido X ou Y, de nada adiantarão as sondagens, sejam quantas foram realizadas, pois todas estarão contaminadas segundo seus objetivos e intenções. Assim como em boa parte do mundo, dito democrático, os institutos de pesquisa ganham milhões de reais por ano, com as tais pesquisas encomendadas. No Brasil são quatro os institutos de pesquisas eleitorais: Data Folha, Ibope, Vox Populi e Sensus.

Institutos de pesquisa eleitorais divulgam números levianos e a mídia golpista os divulga. É a máfia da manipulação e monopólio políitco. Fique atento eleitor! (JudsOnline.com)Pois é assim que funciona. De sondagens especulativas em sondagens especulativas, de acordo com o interesse de quem encomendou a pesquisa, que os números dos candidatos e sua popularidade vão sobrevivendo. Como é que um instituto desses pode perguntar a alguém, que não seja partidário, qual é a sua intenção de voto e em que a pessoa votará se as eleições nem começaram (começa oficialmente nesta terça-feira - 06/07/2010), e os candidatos nem apresentaram ainda seu programa de governo? Conclui-se que tudo não passa de mera especulação! E que este monte de números nada confiáveis, alimentados pela imprensa partidária, são apenas para propaganda antecipada e descarada servindo aos oportunistas de plantão. Sem dúvidas, além dos interesses, rola muito dinheiro neste mundinho de pesquisa e especulação. Por isso, é que defendo o fim da divulgação desses números oportunistas em ano eleitoral. No máximo poderiam ser realizados e divulgados pela imprensa golpista até o mês final do ano anterior as eleições. Pronto, acabaria o monopólio e a polarização de propaganda antecipada e somente visada nos candidatos da situação e oposição, trazendo também ao eleitor a visibilidade e programas dos demais candidatos de pequenas coligações.  

Enfim, ganharíamos todos nós, o país e, em especial, a verdadeira democracia.


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